Na Bahia, a nova polêmica dos politiqueiros envolve brincos nas orelhas de cabras e bodes.
É que o governo estadual tem um programa chamado Cabra Forte, que distribuiu bodes e cabras para criadores no sertão.
Esses caprinos ganharam um brinco, um brinquinho na orelha, no qual aparece o nome do governo (e não do governador).

Mas aí os cabras machos da oposição rodaram a baiana, subiram nas tamancas e estão fazendo uma zoada dos diabos, moinhos de vento, tempestade em copo vazio.
No domingo, o jornal Folha de São Paulo rezou a missa encomendada, publicando matéria contra o governador – matéria que agradou em cheio aos “Demos” e “Gedéis”.
A ladainha é que o brinquinho nas orelhas das cabras e dos bodes caracteriza propaganda eleitoral, vejam só que imbecilidade.
No tempo de ACM, a propaganda do governo - em rádio, tv, jornal e os cambau - mostrava a imagem dele, a fala dele.
Chegou-se ao cúmulo de criar o slogan "Ação, Competência e Moralidade", com as iniciais A-C-M em destaque.
Mas qüá, hômi! Como dizemos nós baianos, “me faça uma garapa”, ou seja, “me poupem”.
Estão fazendo do governador um bode expiatório dos problemas da Bahia, como se eles começassem agora.
Até dezembro de 2006, a Bahia era a Terra da Felicidade. De lá para cá, virou o quinto dos infernos da violência, que certamente foi criada pelo atual governo...

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