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O tipo da coisa


Um momento de tiete

Esse aí sou eu, fazendo uma tietagem com a ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

Ela é irmã de Chico Buarque. E uma simpatia.

 



Escrito por Marcelo às 19h28
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Como Obama seria recebido na Bahia

 

 

 



Escrito por Marcelo às 19h20
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Salvador - 462 anos

 



Escrito por Marcelo às 19h17
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Palmeiras imperiais

Foto: Reynaldo Stavale/Agência Câmara



Escrito por Marcelo às 19h15
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Obama nas alturas!



Escrito por Marcelo às 14h37
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Presidente ou Presidenta?

Pode-se achar feio ou esqusito, mas o termo presidenta está certinho da silva.

O Aurélio, o Houaiss, o Aulete...todos os dicionários registram a palavra presidenta. 

 

 



Escrito por Marcelo às 14h35
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Oba oba

 

 

 

 



Escrito por Marcelo às 14h29
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Os ratos de Oropa, Brasília e Bahia
 
“Os ratos estão soltos”, escreveu meu amigo Jolivaldo Freitas, na edição de domingo (13/03), na Tribuna da Bahia, preocupado com a movimentação dos ratos em Salvador - mas não só na Soterópolis, pois eles estão em toda parte.
 
Com a irreverência que o Senhor do Bonfim lhe deu, Joli diz que em Brasília a situação deve ser pior. “Não que a cidade criada por Niemeyer tenha muitos esgotos ou buracos ou boca-de-lobo, mas é que tudo que é rato do país se manda para o Planalto Central”.
 
E mandou mais: “Os ratos planaltinos seguem os mesmos princípios naturais dos seus parentes, dos melhores esgotos de Salvador, Nova Déli ou Bornéu, passando por Cuba e Venezuela, e não ache que não tem rato em Paris e Nova Iorque. Rato tem em todo lugar”.

Então eu lembrei de um texto de Clarice Lispector, escrito logo após a inauguração. “Brasília foi construída sem lugar para ratos”, escreveu ela, para depois ressalvar: “Mas os ratos, todos muito grandes, estão invadindo”.
 
E realmente eles invadiram a capital. Na época da construção, inclusive, descobriu-se aqui um ratinho típico de Brasília. A espécie recebeu o nome científico de juscelinomys candangus, como homenagem a JK (nosso Jotakristo) e aos operários que ergueram a cidade.
 
Os ratos, nem “todos muito grandes”, mas vindos de todas as partes, aqui espalhados entre quadras, eixos, setores, palácios, monumentos, buracos, esgotos, bocas-de-lobo, Esplanada, Praça dos Três Poderes e pelo “
exu monumental” [copyright para TT Catalão].

 


Alguns deles foram eleitos - e pelo voto do povo; outros não; há os ratos togados, que saem na televisão, enquanto outros vivem entocados; uns são bípedes, outros são quadrúpedes; há os que vestem paletó e gravata e os que andam em pêlo nu. Rato para todos os gostos ou desgostos.  
 
É tanto rato que um dos serviços mais realizados por aqui é a desratização. Há centenas de empresas deste ramo na corte, todas elas com nomes sugestivos: Matatudo, Veneno, Nocaute, SOS Pragas, Baratão, Cometa, Matabem, Formigão. E serviço para elas é o que não falta. 

O pior é que muitos ratos são expulsos de Brasília e depois retornam; se uns são eliminados, outros aparecem aos montes, com a contribuição de brasileiros de todos os estados, do campo e da cidade, das igrejas, dos sindicatos, do patronato, do empresariado, do operariado, da zorra toda.  
 
Não é à toa que há na Câmara dos Deputados um deputado eleito por eleitores do Paraná cujo nome é
Ratinho Júnior. E outro dia o Correio Braziliense (com z mesmo) soltou a seguinte manchete: Ratos assustam servidores do Senado

A coisa é tão séria que, outro dia, os ratos roubaram a cena no programa Fantástico, da Rede Globo. A repórter Delis Ortiz falava ao vivo de Brasília quando, atrás dela, passaram uns ratos de quatro pés – uma procissão de ratos. Será que estavam indo pedir alguma emendazinha parlamentar para levar às bases?
 
Depois que os ratos deram uma de “papagaio de pirata”, saiu esta notícia no site da Globo: “
Telespectadores descobrem ratos em ministério; roedores foram flagrados no Fantástico”.
 
Mas, porém, contudo, todavia, ratos não há apenas em Brasília. Há rato em Oropas, França e Bahia. Como escreveu o amigo Joli: “Os ratos planaltinos seguem os mesmos princípios naturais dos seus parentes, dos melhores esgotos de Salvador, Nova Déli [...], Paris e Nova Iorque”.
 
De novo Clarice Lispector: “Brasília foi construída sem lugar para ratos. Mas os ratos, todos muito grandes, estão invadindo”. Sim, eles invadiram, mas não dominam a cidade (ou será que dominam?). E, por fim, cabe uma perguntinha: de onde é que vem tanto rato, minha gente? 



Escrito por Marcelo às 21h40
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Rio contra o crime

 



Escrito por Marcelo às 15h57
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E os usuários, vão ficar na mão?

 



Escrito por Marcelo às 15h56
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Será que vai ficar assim? 



Escrito por Marcelo às 15h55
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Um papelão por um palezinho

A que que ponto chega um homem em busca do poder.



Escrito por Marcelo às 14h35
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A insustentável defesa do debate 

 



Escrito por Marcelo às 18h58
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Depois do resgate dos mineiros numa mina no Chile...

 



Escrito por Marcelo às 18h56
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Fugindo de pesquisa como o diabo foge da cruz

 



Escrito por Marcelo às 18h55
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Quem é santo (ou santa)?  

 



Escrito por Marcelo às 18h54
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Todo poder emana do povo?

 

 



Escrito por Marcelo às 12h00
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O Ratoriz fugindo da arapuca

 

 

 



Escrito por Marcelo às 11h56
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Quem é esse tal de "o mesmo", hein? 

Antes de entrar no elevador,
verifique se o mesmo se encontra neste andar”.
 
O aviso está nos quatro cantos do Distrito Federal. Ou melhor, está em todos os blocos (os prédios, os edifícios) que têm elevadores. A advertência fica ao lado do botão que você aperta para chamar o elevador. Enquanto você espera, vai lendo a pérola uma, duas, dez vezes.

 
“Antes de entrar no elevador,
verifique se o mesmo se encontra neste andar”.
 

A lei é distrital, ou seja, é coisa da Câmara Legislativa, órgão que possui consultores gramaticais concursados - imagine se não os possuísse! E se chegou ao ponto de uma lei específica se preocupar com ele, esse dito-cujo não deve ser lá coisa boa, só pode ser um elemento de alta periculosidade, que escolhe suas vítimas em esperas de elevadores.

 
Pelas quebradas do Plano Piloto, Asa Sul, Asa Norte, onde os prédios só têm seis andares, menos mal, você pega a escada e tudo bem. No Lago Sul e Lago Norte nem elevador existe, então não há problema. Mas quando você vai a um daqueles arranha-céus de Águas Claras...  
 
Em Águas Claras, o buraco é mais em cima, ou seja, o elevador é inevitável. Aí, não tem jeito, você tem que pegar. Antes, como reza a lei, você "verifica se o mesmo se encontra no andar".
 
Para isso, você olha para um lado e para outro, para a porta das escadas, para cobogós e janelas, para cima e para baixo, levanta o tapete, e só depois de tudo isso - ufa! - você respira aliviado, e finalmente entra no elevador.
 
Que sina esta nossa aqui no DF, não é? Não faz muito tempo um governador de triste memória publicou no Diário Oficial a demissão sabe de quem? Do gerúndio! Isso mesmo, demitiu um elemento da linguagem, uma forma verbal! É como se o gerúndio fosse um funcionário! 
 
O resumo da ópera-bufa é: a Câmara Distrital, que é o Poder Legislativo local, preocupada com um tal de "o mesmo"; e o GDF, que é o Poder Executivo, demitindo o gerúndio. E  o pior é que tudo acabou em panetone. Mas isso é outra história...
 
Voltando à lei, não vai demorar e os distritais vão tornar obrigatório um aviso a ser pregado nos carros com a seguinte legenda: “Antes de entrar no carro, verifique se há um cão [ou gato] folgado dormindo debaixo d'o mesmo” [aliás, será que vai ter esse apóstrofo?].

E não faltarão outras leis preventivas, que colocarão avisos nas portas de sua casa, na entrada do seu trabalho, no portão do cemitério, na portaria do motel ou pousada, nas mesas de bares, no vidro do seu carro...

No cemitério, o aviso vai ser o seguinte: “Antes de enterrar o falecido, veja se o mesmo está morto”. Na porta do seu carro o aviso vai ser: “Antes de entrar no carro, verifique se o mesmo tem combustível”.

Nos cardápios de bares, restaurantes, lanchonetes, biroscas, bodegas e afins haverá um aviso, aprovado por lei distrital, com a seguinte advertência: “Antes de abrir a boca, verifique se a mesma está limpa”.  

A Câmara Distrital vai aprovar outra lei ordinária criando faixas ao longo da W3 com os seguintes dizeres: “Antes de se hospedar numa pousada, verifique se a mesma é uma pousada” [porque ela pode ser um motel disfarçado].

 
Mas, concluindo, quem é mesmo esse tal de o mesmo?

 
Dizem que é o Arruda! Outros falam que é o Pê-Ó [até porque o Paulo Octávio está em todos os prédios construídos e a construir em Brasília]. Mas eu já sei quem é o mesmo
 
É o Roriz! Esse o mesmo é o Roriz!
 
 
O mesmo quer ser governador! E pela quinta vez! Mas o mesmo é ficha-suja! Mesmo assim, talvez ele seja candidato. Então, "antes de votar, verifique se o mesmo se encontra na disputa". E vote contra o mesmo.
 
Não é possível que Brasília vai querer o mesmo pela quinta vez! 
Não! Chega! O mesmo não.  

 
*Marcelo Torres (marcelocronista@gmail.com)

 

 



Escrito por Marcelo às 11h00
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Cena de uma batalha em Brasília

Esta bela foto é de Sergio Lima, da Folhapress.

Enquanto a pátria mãe dorme e acorda tão distraída.

Enquanto as pessoas estão ocupadas em nascer e morrer.

Enquanto ninguém tá nem aí nem tá indo ou voltando

Esse rapaz foi para a praça, a Praça dos Três Poderes.

E não foi para dar milho aos pombos (pombos que estão lá atrás).

 

Sozinho, diante de uma multidão insanadecida, o pelotão que apoia o ficha-sujas.

O pelotão do coronel Joaquim Roriz, o Odorico Paraguaçu do Planalto Central.

Sozinho, com seu megafone, sua voz.

Atrás dele, centenas de militantes pagos pelo coronel, vindos das áreas mais pobres.

E lá dentro do STF, outros homens de preto, homens vestidos em capas pretas.

Ministros da Suprema Corte.

Eles decidem as coisas nesta República "Juridiquesa".

Que chamam de Estado Democrático de Direito.

Seja lá o que isso significa.

 

 



Escrito por Marcelo às 10h14
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